domingo, 28 de fevereiro de 2010

filme, livro

Acabei de assistir "Eragon", o filme baseado no livro. Não sei por que ainda insisto em assistir filmes baseados em livros que já li, se sei de antemão que as chances de sucesso são mínimas. Há sempre uma esperança, desde "O senhor dos Aneis" - embora eu pense que poderiam ter feito 6 filmes, já que muito da história foi resumida!
Com Eragon, a fórmula não deu certo. Primeiro por um motivo básico: é preciso seguir o livro, e não modificá-lo. A cena em que a dragão Safira passa de bebê a adulta em poucos segundos quase me fez cair do sofá. Em seguida ela se apresenta, dizendo que se chama Safira. Ora, me lembro bem de que no livro é o Eragon quem a batiza, após várias tentativas, pois levou um tempinho para descobrir que se tratava de um dragão fêmea. O resto da história é tão resumido que não vale a pena assistir ao filme. E na grande cena na qual o Eragon mata o espectro, há uma total mudança de cenário, conteúdo, enredo, tudo! Aliás, cadê os elfos? Cadê os anões?
Esse é mais um DVD destinado à reciclagem. Prefiro ler novamente os livros.
Não estranhem se o livro está classificado como "juvenil". Primeiro, eu adoro livros sobre dragões, desde que sejam bem escritos - e esse é. Segundo, é muito complicado para ser literatura juvenil. Ou é o tipo de literatura que se lê e relê pela vida afora.


O melhor é continuar minha tática usual: ou eu leio o livro, ou vejo o filme.
E daqui a pouco vocês me verão reclamando de Crepúsculo. Eu sei que estou resistindo bravamente, mas acabarei assistindo.
Hoje acabei de ler "O ladrão que estudava Espinosa", de Lawrence Block. Nunca ouviram falar? Nem eu tampouco. Comprei devido a uma mala direta com os lançamentos da Companhia das Letras. Não é lançamento, mas acabei dando de cara com ele no site. É um romance policial com um enredo muito bom. O anti-herói é um ladrão que tem que desvendar um mistério. O livro é daqueles de ler de uma só vez, chega a ter trechos engraçados: o protagonista implica bastante com os adeptos do cooper. Para quem gosta de mistério e literatura leve, recomendo.Excelente para um dia de folga.

Resenha:
Depois de roubar uma moeda rara, Bernard Rhodenbarr é surpreendido por dois assassinatos relacionados ao sumiço da peça. Suspeito de envolvimento nos crimes, o requintado livreiro dublê de ladrão terá de mergulhar na obra do filósofo Espinosa para encontrar os verdadeiros culpados, isto é: para continuar apenas com fama de ladrão.

Detalhe: na verdade o ladrão não estuda Espinosa, ele apenas cita algumas frases desse filósofo, assim como de Hobbes, entre outros.

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