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domingo, 29 de setembro de 2013

8º dia: Praga (de novo)

E voltamos a Praga, desta vez a despedida. Daqui pegaremos o voo para Lisboa e de lá, amanhã de manhã, pegaremos o voo direto para Porto Alegre. Saudades de casa!

Primeiramente, uma coisa que eu havia esquecido de comentar: como o pessoal aqui ouve músicas dos anos 80. Pelamordedeus! Se fosse dos anos 1780, ou 1880, mas é sempre dos anos 1980. Aqui na República Tcheca e na Polônia. Já estou saturada! 



Hoje aproveitamos a manhã para dormir até mais tarde e para darmos uma última arrumada nas malas (mas agora compramos souvenirs e precisamos arrumar de novo).

Às 11h30min, fizemos o check out no hotel e saímos para a praça da cidade antiga. Fomos de táxi. Agora me digam como pode: eu paguei 20 euros para ir até lá e 10 euros para voltar. A diferença é que na volta eu combinei o preço antes. 

Ah, por falar nisso, Mama estava certa em esconder o dinheiro na bolsa. Aquele dinheiro era tcheco e não polonês. Eu já estou ficando maluca mesmo. Hoje conferi as cédulas e me senti rica com 1.900,00 coroas. Fui fazer o check out do hotel e pagar uma garrafa de água consumida.

- 110,00, please.
Passei uma nota de 100, pois entendi (ou converti na minha cabeça) para 1,10. E a recepcionista:
- one hundred and ten. 
OPS.

Foi ali que eu vi que com 1.800,00 coroas eu não ia conseguir ir ao centro e voltar de táxi. Nem a pé. Mas me informei com o recepcionista e os taxistas aceitam euros. Aliás, nosso hotel (é o Corinthian) tem um serviço de táxi. Adorei. 




Vejam como é fácil queimar dinheiro em Praga:

Almoço - espetinho de frango = 300 coroas (para duas pessoas).
A Mama quis provar o tal presunto de Praga (vejam no post de domingo passado) = me custou cerca de 500 coroas (um prato).

Aliás, esse assado de porco ou presunto é muito grande. Dava tranquilamente para 4 pessoas. Eu sei que nós comemos uma fatia cada uma. Sorte que havia um homem sentado num banco próximo à lixeira. Coisas que só acontecem comigo:

Mama foi colocar as cebolas e os pimentões que sobraram do espetinho no lixo. O homem interceptou-a e pegou tudo para comer. Bem, quando sobrou o presunto, adivinhem quem acabou fazendo uma grande refeição de domingo? Hum?





Achei uma banca com coisas lindas e que aceita euros. A mulher não é besta. Comprei telas lindas para fazer quadros. E mais umas coisinhas, claro. 

Aproveitamos o resto do tempo livre ali na praça para comprar souvenirs e assim gastar o restante das coroas. Não foi difícil. Ainda tive que usar cartão de crédito em uma loja. Como você sabe se uma loja ou restaurante aceita cartão de crédito? O estabelecimento está cheio de fregueses!

Bem, agora nos veremos no Brasil. Eu tenho postado diariamente, mas não tenho tido tempo de fazer visitas. Como eu disse, a viagem foi bem corrida. Eu chegava no hotel, jantava, postava, tomava um banho e ia dormir. Mas depois eu visito todas vocês, prometo. 

Espero que tenham gostado da viagem. 
Ah, consegui minha camiseta do Kafka (199 coroas).

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dia 04: Bratislava e Olomouc

Imaginem 3 ônibus da Europa Mundo chegando em um pequeno hotel espanhol localizado mais ou menos no centro de Viena. Até aí tudo bem, o hotel é bom, tem internet de graça, o quarto é ótimo. Só que para tomar café da manhã é necessário aguardar na fila, pois o salão não comporta todo mundo ao mesmo tempo. 
Tirando isso, como eu já contei ontem, Viena foi um espetáculo e pede um bis.

Hoje saímos cedinho em direção a outra capital: Bratislava (capital da Eslováquia - essa eu descobri há pouco tempo).


De novo, o Danúbio


A primeira farmácia - não está mais em uso.

parte superior do prédio da farmácia






Depois fomos a Olomouc, na República Tcheca. Eu dormi na Eslováquia e acordei na República Tcheca. Levei um susto, pois achei que iria direto para a Polônia. Bem, o desespero do dia hoje foi que quase ninguém queria aceitar cartão de crédito. Agora antes de entrar em qualquer lugar eu já vou perguntando se aceitam cartão.
O problema é que na Polônia e na República Tcheca ainda não se utilizam euros. Como eu não estou a fim de fazer câmbio e andar por aí cheia de moedas diferentes, preciso perguntar onde aceitam euro ou cartão de crédito. No fim precisei comprar algumas coroas em Olomouc, depois mostro para vocês como são. 
O bom disso tudo é que a coroa é defasada em relação ao euro, então para nós tudo é muito barato. 
Será que já mencionei isso? Essa viagem está me deixando doidinha!

Na foto abaixo, algo que acho muito interessante e não posso deixar de comentar. 
Nas capitais europeias há várias pontes. Em Viena, há uma ponte em cada quarteirão. Eu não sei por que no Brasil há tanta dificuldade em construir pontes. Em Porto Alegre há apenas uma ponte sobre o rio Guaíba, então todos os dias é engarrafamento na certa. 
A construção da foto abaixo é uma ponte que segue até se transformar em viaduto, mas também serve como passarela para pedestres. Achei uma excelente ideia. 


 Mas vamos às fotos de Olomouc, que são poucas. 



O endereço do álbum é esse aqui
Até amanhã!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Dia 02: Cesky Krumlov + Dürnstein + Viena

Hoje foi um daqueles dias de encher linguiça. 
Saímos de Praga de manhã cedo e paramos em Cesky Krumlov. Um dado cultural: tudo o que contiver a palavra "Cesky"diz respeito a região da Boêmia. A tradução do tcheco para o latim é de dar um nó na cabeça, não é mesmo?
Bem, a tal da cidadezinha é muito linda, mas eu ainda não estava recuperada de ontem e, depois do deslumbramento de Praga, sinto muito, mas não me empolguei. Mas confesso, é um ótimo lugar para fazer compras. O câmbio é favorável para nós: 1 euro vale 25 coroas. Aproveitei para comprar pashminas e me controlei para não comprar cristais. 









Na Áustria, entramos na região de Wachau, que é totalmente protegida. Ela é considerada patrimônio da humanidade, por causa dos achados arqueológicos. Que bom! Seguimos o curso do Danúbio. De um lado o rio, do outro, videiras e restaurantes que fabricam seu próprio vinho. E nem uma paradinha para degustação.

Em compensação - e eu não disse que era um dia de encher linguiça? - paramos em Dürstein para o pessoal tirar fotos das  ruínas do castelo Kueringer, onde Ricardo Coração de Leão foi aprisionado entre 1192 e 1194. Eu não desci do ônibus, não caio mais nessas. Descer do ônibus para tirar fotos de ruínas? E depois atravessar a cidade toda a pé? Fiquei dentro do ônibus e peguei uma carona confortável até o estacionamento. Chegando lá, desci do ônibus e o que vejo? As ruínas!


Eu teria preferido fazer um passeio de barco. Passear a pé por uma cidade que não tem nada? Nossa, que falta de imaginação.


Quase 2 horas de viagem até Viena e a guia não calou a boca nenhum minuto. Deve ser essa a origem da minha dor de cabeça. Pelo menos o restaurante húngaro que ela recomendou é ótimo mesmo! Comida boa e farta. 
Grande expectativa para o city tour amanhã, em Viena. 

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