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domingo, 4 de setembro de 2011

Bom Domingo!


A vida é uma coreografia que precisa de dedicação para ser dançada.
(Maurice Béjart)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

SÓCRATES E AS TRÊS PENEIRAS

Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava lhe contar algo. Sócrates ergueu os olhos da sua leitura e perguntou:
- O que vais me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer por aí mesmo. Suponhamos, então que seja verdade. Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que vais contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho ou a fama do próximo?
Se o que você contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos. Caso contrario, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre teus companheiros deste planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.

Copiei de um folheto antigo que eu havia recortado e guardado em uma agenda. Depois de algumas coisas que ocorreram no final de semana, achei o texto bem apropriado! 

A minha peneira particular é: "o que eu tenho a ver com isso?". Funciona, de um modo estranho.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Só para variar.... saia da rotina!

Estou presa na questão:  fazer somente o necessário ou fazer algo mais, ir um pouco além. 
Resolvei googlar, para ver o que aparecia. 
Encontrei um artigo muito bom no site da revista Vida Simples. Vou reproduzir só o final. Quem quiser ler todo o artigo, clique aqui

Variar significa também enriquecer a vida com ações carregadas de significado positivo que, no final, fazem a grande diferença, provocam sorrisos de admiração ou de agradecimento contido. Para tanto, vale ser mais atencioso e cuidadoso com os movimentos e com as palavras.



Só para variar, beije quem está ao seu lado antes de levantar, sorria para o funcionário do supermercado, acene para o guarda de trânsito, cumprimente seus colegas de trabalho, visite seus avós. Só para variar, leia livros de temas diversos, escute música, coloque uma flor em sua escrivaninha. Só para variar, transforme sua vida em algo mais leve, coloque uma pitada de alegria em tudo o que faz, ensine o que sabe, aprenda tudo o que estiver ao seu alcance. Só para variar, pense em si mesmo como parte de um todo maior, chamado humanidade. Sabe o que pode acontecer com isso? Só para variar, você se sentirá mais feliz.


Pela minha modesta conclusão, quem faz um pouco mais do que o absolutamente necessário (o mínimo exigido) sai da rotina e se sente mais realizado, seja pessoal ou profissionalmente. Dá mais trabalho, é exaustivo, mas traz mais satisfação.  O que você acha?

domingo, 4 de abril de 2010

livros

Estou lendo o livro "Portões da Prática Budista", que me foi emprestado pela Jana.
O livro é excelente, recomendo a todos que queiram levar uma vida mais "light", digamos, independentemente de crença, credo, religião ou coisa que o valha.
Os ensinamentos são básicos, a linguagem é acessível e os exemplos ilustram direitinho o que o autor quer dizer.
Preciso citar um trecho que adorei:
"A vida é como um piquenique em uma tarde de domingo - ela não dura muito tempo. Só olhar o sol, sentir o perfume das flores ou respirar o ar puro já é uma alegria. Mas se tudo o que fazemos é ficar discutindo onde por a toalha, quem vai sentar em que canto, quem vai ficar com o peito ou a coxa do frango...., que desperdício! Mais cedo ou mais tarde o tempo fecha, a tarde cai e o piquenique acaba. E tudo o que fizemos foi ficar discutindo e implicando uns com os outros. Pense em tudo o que se perdeu."

E não é verdade? Não tem gente que passa mais tempo reclamando do que tem, ou do que não tem tem, ou da saúde, ou dos familiares, ou dos vizinhos, ou do emprego (ou da falta dele), ou de dinheiro, ou que fazem tempestade em copo d'água por qualquer coisa? Chato isso, hein?
Daqui por diante, me corrijam se eu escorregar numa dessas faltas!



Fonte:
Portões da Prática Budista - Ensinamentos Essenciais de um Lama Tibetano
Chagdud Tulku Rinpoche
Ed. Makara, 2006
ISBN 85-89543-07-2
páginas 43/44


Também estou lendo Sêneca. A LPM (L&PM Pocket) lançou uma edição de bolso contendo 3 ensaios, conhecidos como tratados morais: "Da Tranquilidade da Alma", "Da Vida Retirada" e "Da Felicidade".
No primeiro, "Da Vida Retirada", o autor afirma que todos devem procurar sempre ser úteis, alguns mediante ação, outros mediante contemplação. Para a contemplação, ou estudo, não é preciso isolamento. A virtude está tanto na contemplação quanto na ação, e não há contemplação sem ação. Ao estudar, preparamos o terreno para o futuro e nos aprimoramos.
No segundo texto, "Da Tranquilidade da Alma", Sêneca discorre sobre a brevidade do tempo, amigos ("o melhor mesmo é o menos mau"), patrimônio, parcimônia, escolha de atividades, entre outros assuntos.
Gostei particularmente do trecho em que ele assevera que livros podem ser acumulados, desde que não se transformem em meros objetos de decoração!
E cito um trecho em harmonia com os ensinamentos budistas referidos acima:
"Deve-se evitar, no entanto, os tristes e aqueles que deploram todas as coisas, para os quais tudo é motivo de brigas, mesmo que eles demonstrem fidelidade e benevolência, pois é inimigo da tranquilidade o companheiro inquieto e que geme por tudo" (p. 58).

O último texto eu ainda não li.
Os textos foram escritos entre 63 e 65 d.C., mas são atualíssimos. Assim como o livro acima, recomendo!



Fonte:
Da Tranquilidade da Alma
Sêneca
Ed. L&PM Pocket
ISBN 978-85-254-1754-1

Para quem não sabe, sou viciada em pocket books, principalmente os da L&PM. Não posso ver aqueles stands giratórios, cheios de livros, que já compro alguns. Fico hipnotizada. E agora é fácil de encontrá-los em supermercados e até em farmácias!
Vantagens: o texto é integral, o livro cabe em qualquer bolsa e o precinho é amigo. Esse que eu referi acima está custando R$11,00 no site da editora.

Acabei de descobrir que a editora está fazendo pacotes especiais: livros de Shakespeare, culinária, Agatha Christie, Hagar, Simenon, e vários outros. Clique aqui para conferir. Tem para todos os gostos.

sábado, 13 de março de 2010

Mandalas de sal

Recebi esse email hoje. Desconheço a autoria do texto original.






PANTA REI = (TUDO MUDA)
É um trabalho impressionante dos monges budistas que fazem as mandalas de sal colorido.

Feitas com o maior cuidado e com a maior dedicação, elas são desmanchadas logo depois de prontas para demonstrar a transitoriedade das coisas na vida, mesmo que elas exijam o maior esforço.

Assim é que nós devemos encarar o dia-a-dia. E sempre prontos para começar tudo de novo, se preciso for.

"Panta Rei" é uma expressão do pensador Heráclito, que significa TUDO MUDA ( tudo flui, nada persiste ) - e ele usava como metáfora filosófica a idéia de pisar num rio, que um milésimo de segundo depois de pisado, já não era mais feito da mesma água.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Eu aprendi...



Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

William Shakespeare

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Passeio Socrático

Hoje resolvi citar um trecho de um texto colhido no site Brasil Autogestionário, de autoria do Frei Beto.
Para lê-lo completo (vale a pena!) clique aqui.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade – a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas…
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno…. Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald’s…
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: “Estou apenas fazendo um passeio socrático.” Diante de seus olhares espantados, explico: Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz.


Para refletir na próxima visitinha ao shopping.
A foto abaixo, orgulhosamente, é do meu jardim!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Recomeçar


Não importa onde você parou …
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo…
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para “chegar” perto de você.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você que chegar?
Ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor…
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos…
Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos ….
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.
“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”

Carlos Drummond de Andrade

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