Na primeira semana do ano fizemos um passeio que eu estava planejando há muito tempo: fomos a Cambará do Sul. O passeio não saiu exatamente como eu planejei, pois ninguém quis pernoitar na cidade e ninguém quis passear no parque Aparados da Serra. Claro, eu e os meninos saímos caminhando, mas não estávamos prontos para enfrentar uma trilha. Já combinamos de voltar lá daqui a uns cinco anos!
Não fomos em frente, na cidade de São José dos Ausentes, pois a estrada é de chão e ninguém estava a fim de aguentar os solavancos.
Foi um passeio bem legal, que durou um dia inteiro. Chegamos em casa e caiu um temporal! Ou seja, tivemos sorte. Acho que começamos bem o ano.
As fotos são do restaurante e do parque.
Acima; os meninos adoraram rolar na grama verde do parque. Brincaram e correram e perguntaram quando vamos passear de novo. Agora sempre que eu pego a chave do carro, tenho ao menos um companheiro. Mesmo que seja para ir até a padaria!
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sábado, 21 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Aldeia do Papai Noel
Aconteceu. Voltei à infância.
Calma, gente.
No ano passado eu não levei as crianças em Gramado porque o Mais Velho tinha só 2 anos e o bebê... bem... era só um bebezinho de colo. Tinha só 10 meses.
Então, este ano, vim com tudo!
Há duas semanas, fomos a Canela. Fizemos compras, almoçamos, tiramos fotos, aproveitamos.
E no último sábado, resolvemos passar o dia em Gramado. Mas onde?
Uma amiga sugeriu a Aldeia do Papai Noel. E eu: onde? Depois de ela tentar me explicar por meia hora, eu me dei conta de onde era. Eu nunca tinha ido porque nunca tinha tido crianças em casa.
Aliás, eu levei os meninos para falar com o Papai Noel e tirar fotos. Mas havia adultos lá sem crianças. Tem gente que não cresce. E não é no bom sentido.
Aqui estão as fotos do Museu do Natal. A Aldeia é um parque enorme. Nunca pensei que fosse tão grande. Amei os brinquedos. O bebê ficava apontando e dizendo "qué, qué". Eu também, mas não pode. Não estão à venda.
Fomos eu, vovó, a dinda Rosana e as crianças. Eu já disse que vou comprar uma kombi velha, reformar e aí sim vai caber a família toda, mais a babá e algumas outras crianças. Por enquanto, fomos só nós 5. Lotação esgotada.
O bebê adorou esse ursinho.
Abaixo, imagem da rena. Fizemos o passeio de trenzinho pelo parque, para poder visitar tudo. Com tantas crianças, só dava eu gritando: "olha lá, a rena! Olha, é uma rena! Ali tem outra! É de verdade!"
Aqui embaixo, na árvore, um ouriço, mas de madeira.
Também vimos um cervo ("um Bambi, mãe"), mas não saiu bem na foto.
Eu amei as casinhas. Posso morar lá?
Esse menino não é meu.
Acima, um cão são Bernardo. E abaixo, umas cabritinhas.
O Mais Velho e a "cabra gorda". Acho que ela está prenha, filho.
*******
Mais adiante tem a imagem (escultura) de Jesus dentro de um esquife de vidro. O Mais Velho me perguntou se ele estava morto e por que havia sangue nos pés. Eu parei para dar algumas explicações, pois ele nunca tinha estado numa igreja antes.
Eu estava me saindo bem. O menino estava interessado. E estava mostrando que acima havia a imagem de Santo Antônio, ao lado da imagem de Jesus vivo, e... alguém me interrompe assim: "ele pode sair da frente pra eu tirar uma foto?".
Claro.
Sem dúvida.
É para isso que vamos a igrejas, para nos entupir de fotos de Jesus.
Não é mesmo?
domingo, 4 de maio de 2014
Balões no céu e menino na porta
Aproveitamos o feriado para fazer algo que eu nunca fiz: ir ao festival do Balonismo em Torres. Sério, já é o 26º e só agora decidi ir. E tudo isso porque o Mais Velho está com mania de balões.
Mas eu pensei: não preciso ir até o parque para ver os balões. Posso vê-los em qualquer lugar, já que estarão no céu, certo? Correto, mas saímos muito tarde de casa. A primeira prova do dia iniciava às 7h e, apesar de termos acordado cedo, só chegamos em Torres por volta das 9h ou 9h30min. Claro, só fomos descobrir isso depois.
Então fizemos uma caça ao balão. E a todo minuto, o Mais Velho gritava:
- Mãe, quero ver balão!
Ao que eu e minha irmã respondíamos:
- Olha pra cima! Os balões estão no céu!
Eu até inventei que ele era nosso Caçador Honorário de Balões.
Como eu disse, não deu certo - mas pelo menos demos um passeio na praia da Cal, que ele ainda não conhecia -, por isso fomos ao parque do balonismo ver o que estava rolando. Chegando lá, nada de balões!
Bem, havia um balão promocional grudado no automóvel que será o prêmio do festival. Pequenino, mas serve. O Mais Velho tirou uma foto e ficou contente. Para não estragar completamente o entusiasmo dele, comprei um balão decorativo para a casa (depois eu mostro) e fomos ao parquinho.
Claro que ao lado do parque de Balonismo tem um parquinho de diversões! Deixei o menino andar em 3 brinquedos: carrinho, dragão voador e uma centopeia que é uma espécie de roda gigante para os menorzinhos. A minha irmã teve que acompanhar o afilhado, enquanto eu fiquei filmando!
No dia seguinte, voltamos a Torres, desta vez só eu e minha irmã, para pagar umas contas. E o que vemos, ainda na estrada?
Balões.
Nem contei pro Mais Velho.
Claro, no ano que vem haverá outro festival e os meninos vão estar maiores. O bebê vai poder nos acompanhar e até brincar no parquinho (lá se vai meu dinheirinho).
Quanto ao bebê, bom, ele completou 1 ano e 3 meses no dia 02 de maio. Ele ainda não caminha sozinho, mas consegue dar uma bela caminhada seguro apenas pela minha mão. Hoje pela manhã ele andou mais de uma quadra e à tarde, fez uma bagunça imensa no meu quarto. Eu sempre o deixo engatinhar no meu quarto quando estamos na casa da praia, mas dessa vez ele exagerou. E ainda por cima abriu a porta e saiu pela sala. Quando tirei a foto, a porta já estava trancada.
Sim, o vaso ainda está inteiro. Nem sei como.
Mas eu pensei: não preciso ir até o parque para ver os balões. Posso vê-los em qualquer lugar, já que estarão no céu, certo? Correto, mas saímos muito tarde de casa. A primeira prova do dia iniciava às 7h e, apesar de termos acordado cedo, só chegamos em Torres por volta das 9h ou 9h30min. Claro, só fomos descobrir isso depois.
Então fizemos uma caça ao balão. E a todo minuto, o Mais Velho gritava:
- Mãe, quero ver balão!
Ao que eu e minha irmã respondíamos:
- Olha pra cima! Os balões estão no céu!
Eu até inventei que ele era nosso Caçador Honorário de Balões.
Como eu disse, não deu certo - mas pelo menos demos um passeio na praia da Cal, que ele ainda não conhecia -, por isso fomos ao parque do balonismo ver o que estava rolando. Chegando lá, nada de balões!
Bem, havia um balão promocional grudado no automóvel que será o prêmio do festival. Pequenino, mas serve. O Mais Velho tirou uma foto e ficou contente. Para não estragar completamente o entusiasmo dele, comprei um balão decorativo para a casa (depois eu mostro) e fomos ao parquinho.
Claro que ao lado do parque de Balonismo tem um parquinho de diversões! Deixei o menino andar em 3 brinquedos: carrinho, dragão voador e uma centopeia que é uma espécie de roda gigante para os menorzinhos. A minha irmã teve que acompanhar o afilhado, enquanto eu fiquei filmando!
No dia seguinte, voltamos a Torres, desta vez só eu e minha irmã, para pagar umas contas. E o que vemos, ainda na estrada?
Balões.
Nem contei pro Mais Velho.
Claro, no ano que vem haverá outro festival e os meninos vão estar maiores. O bebê vai poder nos acompanhar e até brincar no parquinho (lá se vai meu dinheirinho).
Quanto ao bebê, bom, ele completou 1 ano e 3 meses no dia 02 de maio. Ele ainda não caminha sozinho, mas consegue dar uma bela caminhada seguro apenas pela minha mão. Hoje pela manhã ele andou mais de uma quadra e à tarde, fez uma bagunça imensa no meu quarto. Eu sempre o deixo engatinhar no meu quarto quando estamos na casa da praia, mas dessa vez ele exagerou. E ainda por cima abriu a porta e saiu pela sala. Quando tirei a foto, a porta já estava trancada.
Sim, o vaso ainda está inteiro. Nem sei como.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Feriado em Laguna
Na semana passada eu estava almoçando e uma colega comentou sobre os camarões de um restaurante em Laguna. Imediatamente me deu vontade de ir a Laguna no feriado. Eu não ia lá desde que tinha uns 4 anos de idade (ou seja, não faz muito tempo).
Acordamos às 05h30min e saímos de casa às 06h. E quem dormiu? Eu quase nunca durmo antes de um passeio ou viagem. Chegamos em Rondinha e pegamos a minha irmã. Mais duas horas de viagem até Laguna.
Estátua de Anita Garibaldi. Tirei fotos de uns prédios bonitos.
Igreja de Santo Antônio, chafariz na praça e casa de Anita. Não visitei, pois todo mundo estava morto de fome (tomar café da manhã às 05h30min e dirigir a manhã toda não é moleza).
Esse foi o restaurante recomendado. O prato se chama Chedão: arroz à grega, camarão à milanesa e maionese de camarão. Aprovado.
Eu ajudei a catar o camarão da maionese :)
Caminhei duas quadras e dei de cara com o mar. Depois, quando passamos de carro, minha mãe viu um boto, mas é claro, eu não vi.
Abaixo, paisagem da estrada. Pena que fez um dia nublado. Hoje, que é dia de trabalhar, tem sol.
Saldo do dia: dirigi 12 horas para comer camarão em Laguna. Detalhe: eu não como camarão. Mas demos muitas risadas, no próximo post eu conto por quê.
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